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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário....
Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. 

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a sí mesmo que o que passou jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo... 
- Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba...
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta.
Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente, ir embora de vez.

Desapegar-se, é renovar votos de esperança de sí mesmo,
É dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor.
Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos.

A vida não espera.
O tempo não perdoa. 
E a esperança, é sempre a última a lhe deixar.

Então, recomeçe, desapegue-se! 

Ser livre, não tem preço!

 

de Fernando Pessoa

 

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publicado às 15:49

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5 comentários

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De Caio Enobarbo a 10.03.2014 às 16:35

Depois de Camões, Pessoa é o nome maior da literatura portuguesa.
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De Anónimo a 24.05.2020 às 16:04

PERFEITO! Considero ambos de grande importância e valores.
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De Ana maria a 14.08.2017 às 10:29

Este texto é mesmo de Fernando Pessoa?
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De Anónimo a 15.10.2017 às 16:54

Não me consta que esse texto seja de Fernando Pessoa!
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De Anónimo a 27.12.2017 às 03:03

Parece-me que a autoria real do texto é de Glória Hurtado. Não é de Pessoa.

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