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Um dia você conhece alguém e se dedica imensamente a essa pessoa...
Você entrega-se à ela com toda alma e coração. 
Na verdade, desde então não existe um único pensamento seu em que esta pessoa não apareça. 
Você a ama sobremaneira, e chega mesmo a esquecer de si, para cuidar unicamente dela, 
até que um belo dia teu mundo desaba e,

você percebe, cruelmente, 
que o sentimento que você nutria era só seu, 
que não havia nada além daquele teu imenso amor por ela. 
Neste dia, não te desaponte, não entristeça. 
Olhe para os céus e agradeça por ter conhecido a sublime dádiva do amor, 
mesmo que apenas você tenha realmente amado.
E por ter sido real e verdadeiro o teu amor
inspire-se, e cante para sempre os momentos felizes 
da sorte do amor que teve...

 

de Augusto Branco

 

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publicado às 17:03

A garota que eu amo 
é como um sonho em dia de verão,
capaz de fazer resplandecer o Sol em céu de tempestade com um simples olhar seu.

A garota que eu amo 
fala tudo ao contrário, vive rindo à toa
e gosta de ouvir mil vezes a mesma coisa

A garota que eu amo
é sincera, humilde e companheira
e às vezes se chateia se eu não fico com ela até não mais poder

A garota que eu amo 
tem um jeito todo especial de encantar, 
maravilhar e de ser

A garota que eu amo não me ama
mas eu à amarei sempre 
Eternamente...

 

de Augusto Branco

 

 

 

 

 

 

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publicado às 15:44

José Rodrigues dos Santos

por LJCP, em 25.01.14

José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002. 

Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de LIsboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Director de Informação. da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros. 

 

 

Bibliografia

em Português

 

2013 Gradiva Publicações

O Homem de Constantinopla

2013  Gradiva Publicações 

 

A Mão do Diabo

2012  Gradiva Publicações 

 

Novas Conversas de Escritores

2012  Gradiva Publicações 

 

O Último Segredo

2011  Gradiva Publicações

 

A Última Entrevista de José Saramago

2011  Gradiva Publicações

 

O Anjo Branco

2010  Gradiva Publicações

 

Conversas de Escritores

2010  Gradiva Publicações

 

Fúria Divina

2009  Gradiva Publicações

 

A Vida Num Sopro

2008  Gradiva Publicações

 

A Ilha das Trevas

2007  Gradiva Publicações

 

O Sétimo Selo

2007  Gradiva Publicações

 

A Fórmula de Deus

2006  Gradiva Publicações

 

O Codex 632

2005  Gradiva Publicações

 

A Filha do Capitão

2004  Gradiva Publicações

 

Crónicas de Guerra - Vol. I

2003  Gradiva Publicações

 

Crónicas de Guerra - Vol. II

2002  Gradiva Publicações

 

A Verdade da Guerra

2002  Gradiva Publicações

 

Comunicação

2001  Prefácio

 

http://www.wook.pt/authors/detail/id/2304

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Rodrigues_dos_Santos

 

http://www.joserodriguesdossantos.com/

 

 

 

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publicado às 23:56

Eterno de Augusto Branco

por LJCP, em 25.01.14

Um Sentimento verdadeiro não morre.
Por decepcionado que fique, por machucado que seja
Pode até esfriar
Ou adormecer
Mas tal como o vento, jamais deixa de soprar:
Um Amor de verdade retém em si a própria essência do Tempo e do Universo
- É imortal, é Infinito
É Eterno...

 

de Augusto Branco

 

 

 

 

 

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publicado às 16:29

de José Rodrigues dos Santos

Edição/reimpressão: 2012

Páginas: 592

Editor: Gradiva Publicações

ISBN: 9789896164942

 

 

Sinopse

A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.

O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.

O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.

A verdade oculta sobre a crise.

Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.

 

http://www.wook.pt/ficha/a-mao-do-diabo/a/id/14235162

 

 

Embora tenha gostado (bastante) de dois livros dele (A Filha do Capitão, e, Anjo Branco), e assim que este saiu o ter comprado, ainda não tive coragem para me dedicar a uma leitura séria, tenho andado virada para literatura lamechas {#emotions_dlg.tongue}, fantasiosa, sem história real {#emotions_dlg.blink}.

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publicado às 00:16

de José Rodrigues dos Santos

Edição/reimpressão: 2010

Páginas: 680

Editor: Gradiva Publicações

ISBN: 9789896163907

 

Sinopse

A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo. 

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato. 

Chamam-lhe o Anjo Branco. 

Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar. 

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

 

http://www.wook.pt/ficha/o-anjo-branco/a/id/9632550

 

 

Para mim foi uma surpresa e tanto a linguagem utilizada no livro {#emotions_dlg.tongue} não contava que o nosso querido Jornalista ("orelhudo", como habitualmente é conhecido), pudesse largar a timidez que o identifica (quando entra nas nossas casas via televisão) e nos supreender com vocabulário tão popular {#emotions_dlg.smile}

Mais um livro dele que ADOREI. E que RECOMENDO.

Embora seja histórico, com cenas um pouco sangrentas (e para mim muito faceis de visualizar, sentir, enfim...), é bastante agradável, e até mesmo viciante.

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publicado às 00:10

 

de José Rodrigues dos Santos

Edição/reimpressão: 2004

Páginas: 600

Editor: Gradiva Publicações

ISBN: 9789726629948

 

 

Sinopse

 

O capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o seu olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.

 

http://www.wook.pt/ficha/a-filha-do-capitao/a/id/59973 

 

 

Apreciei bastante o livro. Para mim foi de fácil leitura. Foi prazerosa. {#emotions_dlg.smile}

Recomendo {#emotions_dlg.blink}

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publicado às 00:08

Poema da Noite de Augusto Branco

por LJCP, em 24.01.14

Já chorei vendo fotos e ouvindo musica;
Já liguei só para ouvir uma voz;
Me apaixonei por um sorriso;
Já pensei que fosse morrer de saudade;
E tive medo de perder alguém especial... (e acabei perdendo)
Já pulei e gritei de tanta felicidade;
Já vivi de amor e fiz muitas juras eternas... "quebrei a cara muitas vezes!"
Já abracei para proteger;
Já dei risadas quando não podia;
Já fiz amigos eternos;
Amei e fui amado;
Mas também já fui rejeitado;
Fui amado e não amei...

 

de Augusto Branco

 

 

 

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publicado às 23:37

Soneto de Amor de José Régio

por LJCP, em 24.01.14

Não me peças palavras, nem baladas,
Nem expressões, nem alma... Abre-me o seio,
Deixa cair as pálpebras pesadas,
E entre os seios me apertes sem receio.

Na tua boca sob a minha, ao meio,
Nossas línguas se busquem, desvairadas...
E que os meus flancos nus vibrem no enleio
Das tuas pernas ágeis e delgadas.

E em duas bocas uma língua... — unidos,
Nós trocaremos beijos e gemidos,
Sentindo o nosso sangue misturar-se.

Depois... — abre os teus olhos, minha amada!
Enterra-os bem nos meus; não digas nada...
Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce!

 

de José Régio

 

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publicado às 22:25

Como eu desejo a que ali vai na rua,
Tão ágil, tão agreste, tão de amor...
Como eu quisera emaranhá-la nua,
Bebê-la em espasmos de harmonia e cor!...

Desejo errado... Se a tivera um dia,
Toda sem véus, a carne estilizada
Sob o meu corpo arfando transbordada,
Nem mesmo assim — ó ânsia! — eu a teria...

Eu vibraria só agonizante
Sobre o seu corpo de êxtases dourados,
Se fosse aqueles seios transtornados,
Se fosse aquele sexo aglutinante...

De embate ao meu amor todo me ruo,
E vejo-me em destroço até vencendo:
É que eu teria só, sentindo e sendo
Aquilo que estrebucho e não possuo.

 

de Mário de Sá-Carneiro

 

 

 

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publicado às 17:07

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